2ª fase

Norte de Portugal está presente em 10 das 23 Redes de Cidade URBACT

Região do Norte

O Comité de Monitorização do programa europeu URBACT aprovou, numa segunda fase do programa, a continuidade de determinadas redes de cidades parceiras que se juntarão, durante dois anos, para partilhar experiências sobre temas de desenvolvimento urbano e possíveis soluções, dando origem a planos de ação. O Norte de Portugal volta a estar presente com forte expressão, nesta segunda fase, em nove das 23 Redes de Planeamento de Ação.

A cidade de Amarante destaca-se por ser a cidade líder da Rede iPlace, uma rede criada com o objetivo da definição de estratégias de desenvolvimento económico em torno dos ecossistemas de inovação de cada cidade. Juntamente com mais nove cidades europeias, Amarante deverá identificar novos métodos para revitalizar a economia local e para melhor se adaptar a mudanças do contexto socioeconómico.

O Norte de Portugal está, igualmente, presente com as cidades de Braga, que participa na Rede Roof para trabalhar em soluções inovadoras com o objetivo da diminuição do número de sem abrigos e na Rede Tourism Friendly Cities para salvaguardar os moradores dos efeitos do turismo, de Bragança, presente na Rede Find Your Greatness que trabalha com ferramentas de marketing para as designadas Smart Cities, Guimarães, que está na Rede Cities4CSR voltada para ações de responsabilidade social corporativa, Santa Maria da Feira, membro da Rede Active Citizens que reflete sobre o equilíbrio entre democracia representativa e democracia participativa, Santo Tirso, na Rede Thriving Streets dedicada à mobilidade sustentável, e Vila Nova de Famalicão, na Rede Resourceful Cities que procura transformar as cidades em centros de economia circular.

Acresce que a Região do Norte está, ainda, presente na Rede RiConnect, com a Área Metropolitana do Porto a trabalhar com cidades europeias na melhoria da regeneração urbana e das suas infraestruturas, e na Rede Urb-En Pact, com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho a participar em ações para se tornar, até 2050 e com os demais parceiros, num território com um balanço nulo de energia (zero net energy cities).