O Presidente da CCDR-NORTE, António Cunha, discursou esta quarta-feira na abertura do “II Encontro de Cooperação Transfronteiriça”, em Chaves, onde anunciou algumas novidades e prioridades ao nível das dinâmicas e desafios de cooperação transfronteiriça que se aproximam.
Reforçando as valiosas especificidades das fronteiras partilhadas pelo Norte de Portugal, Galiza e Castela e Leão, António Cunha traçou como prioridade “trazer as empresas e os atores económicos para o primeiro plano” da cooperação, dando “primazia à dimensão empresarial”. Uma das medidas que considera urgente para realizar estas metas passa pela “criação e operacionalização do estatuto do trabalhador transfronteiriço”.
No que diz respeito à cooperação com Castela e Leão, o Presidente da CCDR-NORTE assumiu o compromisso de “romper com a estagnação da Comunidade de Trabalho do Norte com Castela e Leão, relançando-a até ao final do corrente ano”, fazendo alusão à futura Estratégia de Cooperação com a região espanhola, que se encontra em consulta pública até 4 de julho.
Destacando a importância de potenciar a excelência do património natural e cultural conjunto das duas Regiões, elegeu a Reserva da Biodiversidade Gerês/Xurês como o desafio maior, para o qual ambiciona “construir uma estratégia de salvaguarda e desenvolvimento sustentável conjunto”.
No remate da intervenção, António Cunha trouxe novamente o tema da regionalização ao debate, sublinhando a importância das “condições de governação das dinâmicas de cooperação”, que considera “indispensáveis” para modernizar os Estados e garantir que as estratégias de cooperação alcancem o sucesso a que se propõem.
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