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Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte

Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, IP União Europeia

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Depois do êxito alcançado em Vigo, na Galiza, o bailado O Amor das Pedras apresenta-se em Penafiel no próximo dia 6 de fevereiro, no PONTO C, numa proposta artística que cruza dança, literatura e música para explorar um amor que transcende a matéria e o tempo.


Inspirada na novela homónima do escritor galego Pedro Rodríguez Villar, a obra narra uma história em que o amor persiste para além do físico, tendo a natureza como testemunha e cúmplice. Através de uma linguagem coreográfica intensa e expressiva, o espetáculo dá corpo a emoções como a dor, o desejo, a perda e a esperança, construindo um universo poético profundo e comovente que convida à reflexão.


A produção integra o programa NORTEAR, cofinanciado pela União Europeia através do programa INTERREG Espanha - Portugal, concebido como uma ação estratégica de cooperação cultural transfronteiriça. O projeto resulta da colaboração entre a CCDR NORTE, a Eurorregião Galica–Norte de Portugal, AECT, e a Consellería de Cultura, Lingua e Xuventude da Xunta de Galicia, refletindo o compromisso conjunto destas instituições na partilha de boas práticas culturais, no fortalecimento de redes criativas e na projeção do talento artístico além-fronteiras, promovendo uma identidade cultural comum na Eurorregião.


O Amor das Pedras nasce com a ambição de oferecer uma experiência artística onde tragédia e beleza se entrelaçam através da dança, ao mesmo tempo que consolida um modelo de cooperação institucional que permite levar a criação contemporânea a novos públicos na Galiza e no Norte de Portugal.


O espetáculo parte da obra literária O Amor das Pedras, primeiro livro do escritor galego Pedro Rodríguez Villar (Nigrán, 1996), jornalista e vencedor do 7.º Prémio Literário NORTEAR, em 2021. Publicada nesse mesmo ano, a obra aborda temas como o amor genuíno, a força dos sonhos, a natureza e a transcendência.


A adaptação para bailado, levada a palco pela Companhia Ballet do Douro, com coreografia de Sílvia Boga, representa uma fusão sensível entre literatura e dança, ampliando os limites expressivos da criação artística e evidenciando o potencial da cooperação cultural transfronteiriça.



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